SPFW

Eu sei, já faz quase uma semana que a SPFW acabou, mas eu não posso deixar de não registrar a minha passagem por lá. No sábado, dia 12, tive a honra de ser convidada para assistir ao desfile de Jefferson Kulig. Foi a realização de um sonho. Sempre tive vontade de conhecer a SPFW, de participar de um desfile, de ver como era esse mundo pelo qual sou totalmente apaixonada. E em nada me decepcionou, era tudo aquilo que eu imaginava e um pouco mais.

Logo que eu pisei dentro do prédio da Bienal e recebi a revistinha Journal meus olhos começaram a brilhar. Olhei envolta e vi aquele mundo mágico. Foi difícil acreditar que eu realmente estava ali. Bem depois da entrada ficava o esgorregador de bolinhas e um monte de cataventos e do lado direito a sala um, tudo em tons de azul e branco. LINDO!

Depois disso, fui procurar a sala dois, porque meu desespero e a possibilidade de perder o desfile não me deixariam sossegada enquanto eu não fizesse isso, mesmo ainda faltando mais de uma hora para o início do show. E não foi tão difícil, subi as rampas, passando bem rápido pela roda-gigante e pela exposição e sem dar muito valor aos estandes. Após achar a sala de desfile e ver que não havia nenhuma movimentação por lá, comecei a reparar no que me rodeava. A primeira coisa que me chamou a atenção foi a parede da ELLE.

Nessas televisões ficavam passando fotos dos desfiles dos dias anteriores: as escolhas da ELLE. Era tão divertido, você só via o melhor de cada desfile, fiquei um bom tempo observando. Ela ficava bem em frente a sala 2.

Enquanto lá embaixo os tons eram de azul e branco, no segundo andar reinavam o amarelo, o vermelho e o laranja. As paredes combinavam com o clima de cores quentes. Cada uma com um desenho diferente.

O tema africano não podia ficar de fora. Tudo era decorado com muito bom gosto, se encaixando perfeitamente. Parecia que nada estava fora do lugar. Eu fiquei até apaixonada pelos lixinhos, super ecologicamente corretos.

Depois de tirar essas fotos, fiquei um tempo sentada, olhando as pessoas passarem, até que a movimentação na porta do desfile foi aumentando e eu fui para a fila. Durante a espera mais uma boa surpresa. O Carlos (acho que era ele), responsável pelo marketing da grife Jefferson Kulig, me convidou para acompanhar os preparativos no backstage. Pude acompanhar a preparação das modelos, a maquiagem, o cabelo, as fotos de beleza, todo aquele clima de antes do desfile.

Hora do desfile. Por mais apaixonada que eu estava por tudo que teve antes, nada se comparou a esse momento. Esse é o ápice de tudo, estar ali acompanhando um desfile é tudo o que eu quero pra minha vida. As luzes se apagam, tudo fica em silêncio até que a modelo começa a entrar na passarela. É um show muito melhor do que qualquer outro show que eu já tenha visto. É uma emoção indescritível. O único choque de realidade que me bateu nessa hora foi em ver as modelos na passarela. Cheguei a conclusão que elas são gente como a gente, super magras (de uma forma sem graça) e não tem nada de tão perfeitas.

Momento que eu não queria que acabasse. No começo fiquei tirando um monte de fotos, mas depois de umas três meninas desisti da câmera e comecei a observar o desfile sem elas. Que delícia. As roupas e os sapatos, todo aquele trabalho de seis meses, ali, em 15 minutinhos rápidos de desfile. Um lindo desfile. Parabéns Jefferson Kulig, por mostrar muito mais do que roupas, nos mostrar design.

Foi no desfile que tive a oportunidade de ver de bem longe a Constanza Pascolato. Super chique e fina, sentada na fila A, do outro lado em que eu estava.

Quando terminou o desfile comecei a visitar os poucos estandes que eu, uma simples mortal, podia entrar. O primeiro foi o da Seda. Lá dentro, dei, literalmente, de cara com a Lilian Pacce e fiquei em choque. Quando vejo ela no GNT Fashion não vejo muita graça nela, mas ao vivo, ela é linda, linda mesmo. Tem porte de mulher elegante, que não passa despercebida. Quando crescer, quero ser como ela, sem dúvida. Voltando ao estande da Seda, era o que tinha a decoração mais linda, tudo em azul escuro com bolas brancas e um clima de boate.

Outro estande, esse mais legal porque ganhei presentinho, era o da Rexona. Eles davam pra todo mundo, além de comes e bebes, um desodorante em uma sacolinha rosa. Lógico que ninguém ia embora de lá sem a tal da sacolinha.

O último estande que fui era o da Melissa. Com fila e senha, era o lugar mais concorrido depois das salas de desfile. Até porque lá dentro você podia conferir a nova coleção e também ganhar um par delas, mas para isso tinha que contar com a sorte e escolher o negocinho certo que piscava (logicamente que não tive essa sorte e foi uma grande decepção não ter ganho).

Uma mais linda que a outra, quero todas.

O roda-gigante no meio da Bienal era demais. No começo ninguém tinha coragem de subir nela, depois foi uma, foram duas e de repente tinha até fila pra ir.

Essas banquinhos me fizeram companhia durante algum tempo. Fiquei sentada nele só observando as pessoas passarem. Foi ali que dei os meus flagras. Vi Thaila Ayala passar tão rápido que minha câmera não conseguiu capturar, mas quando foi a vez do seu namorado, Paulinho Vilhena, tive mais sorte e o flagrei.

Também acompanhei a gravação do It MTV com a participação da Michelle Alves. Pena que as fotos ficaram bem ruins, não podia tirar com flash pra não atrapalhar a gravação.

Resumidamente foi isso. Espero poder participar das próximas edições.

Por Daniela Brisola

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