Especialização ou Mestrado: qual escolher {Parte 2}

Esse post é dedicado a você que acabou de concluir a graduação e está pensando qual será o próximo passo da sua formação. Também é feito para aquelas pessoas que querem voltar à estudar mas não sabem se é melhor fazer uma especialização ou um mestrado. Dividirei em três partes para ficar bem detalhado e explicadinho. Este é o segundo post da série, leia o primeiro que falo sobre especialização.

 

Foto: Reprodução / Stokpic
Foto: Reprodução / Stokpic

Como no primeiro post falei bastante sobre especialização, nesse vou dar mais atenção ao mestrado. Vou explicar como ele funciona e o que é preciso para se tornar um mestrando. Vamos ver se o mestrado é mais a sua praia que a especialização?

Mestrado

Apesar de também ser uma pós-graduação, o mestrado é bastante diferente em sua intencionalidade. Aqui você se transformará em um pós-graduado strito sensu. Só aposte no mestrado se sua intenção for desenvolver uma pesquisa, melhorar suas aptidões humanas (como pensar mais amplamente – o famoso “sair da caixinha” -, desenvolver seu lado crítico e refletir sobre sua área de atuação) e se tornar um professor na área.

O mestrado não é pago nas instituições públicas, apenas nas privadas. Mas, tanto na universidade pública quanto na privada, há a possibilidade de você ganhar uma bolsa de estudo e será suficiente para pagar o seu mestrado. As bolsas são oferecidas pelo governo (tanto federal quanto estadual) para que você possa se dedicar integralmente aos estudos, tanto que você não poderá ter vínculo empregatício durante o período da bolsa.

Para se fazer o mestrado há uma seleção bem mais exigente do que na especialização. É necessário fazer prova, ter um currículo acadêmico (o famoso lattes) com nota suficiente para entrar no programa, apresentar um projeto de pesquisa que esteja de acordo com as áreas estudadas pelo mestrado, ter proficiência em uma língua estrangeira e passar por uma entrevista. Vou explicar mais detalhadamente cada uma dessas etapas:

- Prova do mestrado: para fazer essa prova você terá que ler alguns livros indicados pela instituição e a prova conterá perguntas relacionadas a esses livros. Normalmente, eles não só avaliam o seu conhecimento sobre o tema, mas também a sua forma de escrever (é fundamental que você saiba muito bem o português e use-o da forma culta e acadêmica) e o seu pensamento crítico. Por isso, é muito importante que você tenha tido experiências acadêmicas anteriores para ter possibilidades de passar nessa prova. Isso inclui ter escrito alguns artigos científicos e ter tido alguma experiência com pesquisa (nem que tenha sido apenas o seu TCC).

- Currículo acadêmico: tem pouco a ver com o seu currículo apresentado para se candidatar a uma vaga de emprego. Esse currículo deve ser criado na plataforma lattes e o que será avaliado principalmente serão as suas experiências acadêmicas, como a sua graduação, artigos científicos apresentados em congresso ou publicados em revistas científicas, iniciação científica na graduação, participação em congressos e etc. Suas experiências profissionais contam também, mas não são tão valorizadas quanto os itens acima, apenas se sua experiência for em docência. Se você tiver feito uma pós-graduação latu sensu também conta aqui.

- Projeto de pesquisa: como o foco principal no mestrado é a pesquisa, é preciso que você apresente o que estudará nos próximos anos. É por meio do projeto que vão avaliar se você tem uma pesquisa que se enquadra nas linhas do programa. Por exemplo: se você decide fazer mestrado em biologia, você terá que desenvolver um projeto de pesquisa que se encaixe em alguma das linhas de pesquisa, que na Unisinos são conservação e manejo de ecossistemas e da vida silvestre, diversidade animal e vegetal, ecologia de população e comunidades. Essas linhas de pesquisa vão variar conforme a área de concentração do mestrado, por isso, é importante que você ache uma que tenha a ver com seus projetos de estudo.

- Proficiência em língua estrangeira: não se assuste, essa pode parecer a parte mais difícil da seleção, mas ela não é. Em algumas instituições, inclusive, pedirá que você apresente um certificado após entrar no mestrado. Há uma enorme gama de línguas que você pode provar a sua proficiência, o espanhol é uma delas. Essa parte varia muito conforme a instituição, por isso, é importante você dar uma olhada no edital. Qualquer coisa, para se garantir, faça umas aulas de inglês e se foque nas traduções (porque é isso basicamente a prova).

- Entrevista para a seleção: essa é a parte em que os professores vão te conhecer e saber das suas reais intenções com o mestrado. Normalmente, pede-se que você explique o porquê de querer fazer o mestrado, de estudar o que você propôs, a relevância de seu projeto de estudo. As entrevistas são feitas para conhecer quem é de fora, saber se eles poderão confiar em você (caso o estudante desista na metade do mestrado, a instituição perde pontos com a CAPES e isso não é bom para elas, porque perdem bolsas e nota), etc. Por isso, se mostre muito interessado e comprometido com o mestrado.

No mestrado, o tempo de estudo é de dois anos em que você terá que fazer todas as cargas horarias exigidas, como as aulas, a dissertação e outras horas de atividades complementares. O envolvimento é diferente do que na especialização. Fazer mestrado é como fazer uma nova graduação.

A dissertação, que é o principal objetivo do mestrado, é um trabalho enorme, com várias etapas. Desde a elaboração do projeto (que é feito anteriormente a sua entrada no programa) até a defesa são muitos meses de envolvimento e estudos. Sim, você terá que ler muito. Sim, você terá que escrever muito. Sim, você terá que apagar muitas das páginas que escreveu. Sim, é bastante cansativo e desgastante, mas ao mesmo tempo muito prazeroso e satisfatório quando estamos estudando algo que amamos.

Atualmente, existem alguns mestrados profissionais que são mais voltados para o lado prático da profissão. É uma ótima opção para quem está no meio termo entre mestrado e especialização. As exigências são as mesmas do mestrado, você terá que fazer aula e a dissertação. Mas enquanto o mestrado acadêmico tem um lado mais científico, esse se volta mais para o lado profissional, mudando um pouco os temas de pesquisa e as metodologias utilizadas.

Acho que por meio desse post deu para entender bem melhor o que é o mestrado, não? No próximo falarei sobre as vantagens e desvantagens de cada um para tentar te ajudar a tomar a decisão final.

Mestrado ou especialização? Já se decidiu? Conte a sua experiência nas pós-graduações!

 

3 mulheres que me inspiram

Foto: Reprodução/ Google Imagens
Foto: Reprodução/ Google Imagens

Sou uma pessoa que gosta de buscar referências. De olhar para o lado e ver o que aquela pessoa pode me passar de ensinamento e, confesso, estou rodeada de pessoas muito inspiradoras. Mas, como só eu conheço elas, seria meio sem lógica falar sobre elas por aqui.

Por isso, resolvi falar de três mulheres que me inspiram muito e são famosas. As três têm muito em comum, ficaram reconhecidas na sua área desde muito cedo, se tornaram as melhores em suas carreiras muito antes do que se imaginava, são exemplos a serem seguidos (cada uma com seus pontos fortes) e são mulheres lindas!

Sabem de quem eu estou falando? Quem me conhece provavelmente saiba ao menos um nome da lista porque não me canso de falar delas. E agora todo mundo vai saber quem são as três mulheres que me inspiram: Maria Sharapova, Gisele Bündchen e Jennifer Lawrence. Vou mostrar em detalhes porque elas são minhas queridinhas e porque me inspiram tanto.

Maria Sharapova

Sharapova comemorando seu título em Roland Garros esse ano |Foto: Reprodução/Google Imagens
Sharapova comemorando seu título em Roland Garros esse ano |Foto: Reprodução/Google Imagens

Ela é a mulher esportista que mais ganhou dinheiro em toda a história. E isso com apenas 27 anos! Só isso já era de se admirar, mas se não bastasse isso ela é uma das poucas mulheres a terem ganho os 4 Gram Slams do ano, já foi número um do mundo e está sempre entre as melhores (é atualmente a número dois do mundo).

A tenista ainda é uma empreendedora de sucesso, tanto que é a mulher esportista que mais dinheiro ganhou, e faz de seu nome sua grande marca. Ela já lançou doces, perfumes, é patrocinada pela Nike, é a garota propaganda da Head (com vídeos fofos ao lado de Djokovic) e ainda tem contrato com a Porshe. Tá bom ou não está?

Mas o que mais admiro nela, e busco me inspirar, é sua postura dentro de quadra. Ela não desiste fácil de nenhum jogo, tem muitos altos e baixos durante a partida, mas nem por isso abaixa a cabeça. Consegue viradas incríveis e quando a vejo jogando sei que será um sofrimento, mas também sei que se ela não vencer, pelo menos não deixou de batalhar. Também admiro muito o seu foco e sua concentração nos jogos.

Ela é sem dúvidas a pessoa que mais me encanta quando joga e sonho muito um dia poder vê-la jogando ao vivo (mesmo que para isso tenha que escutar seus gritos ensurdecedores e acompanhar sua enrolação).

Gisele Bündchen

Gisele linda no Mais Você esse ano | Foto: Reprodução/ Google Imagens
Gisele linda no Mais Você esse ano | Foto: Reprodução/ Google Imagens

É muito mais fácil falar da nossa brasileirinha porque não há ninguém que não a conheça. Gisele é a maior entre as modelos, faz sucesso mundialmente e é capaz de em uma mesma temporada desfilar com o mesmo carisma para Chanel e Colcci. Ela é profissionalíssima e muito competente no que faz, só pelas entrevista que dão sobre ela já dá para ter uma noção de que todo mundo que trabalha com ela se apaixona.

Além disso, é uma mãe incrível (pelo menos é o que as fotos e entrevistas indicam), é grande defensora das causas ambientais (bem antes de isso ser moda) e luta muito para defender seus ideias. É simples, é simpática e é gente como a gente mesmo vivendo no glamour e rodeada de (muito) dinheiro.

Também é uma ótima empreendedora e super focada. Sabe como ninguém o caminho que quer seguir (tanto que deixou pra trás um contrato milionário da Victoria’s Secret, pois tinha outras intenções para sua vida). É inspiradora em todas as entrevistas e sempre tem algo a mais para nos dizer.

Gostaria muito de vê-la desfilando, mas acho esse sonho mais impossível do que ver a Sharapova jogar…

Jennifer Lawrence

Jennifer na clássica foto do Oscar 2013 | Foto: Reprodução/ Google Imagens
Jennifer na clássica foto do Oscar 2013 | Foto: Reprodução/ Google Imagens

Para terminar, a mais nova da minha lista: Jennifer Lawrence. Já contei por aqui como “conheci” a Jennifer e, depois desse dia, faço questão de assistir tudo que ela faz (inclusive já vi várias entrevistas dela pelo Youtube). Primeiro porque ela é uma showwoman por si só e qualquer coisa que ela faça se torna incrível. Segundo porque ela consegue ser original dentro da mesmice do cenário hollywoodiano.

Ela está sempre se reinventando, fazendo filmes diferentes e que exigem dela. É também um show a parte quando aparece em algum tapete vermelho, mostrando toda a sua (falta) de desenvoltura. Ela além de ganhadora do Oscar é também a mulher que caiu ao buscar o Oscar e ainda debochou sobre a situação nessa entrevista após a premiação.

Vida longa à Jennifer Lawrence, muitos filmes, muitos tapetes vermelhos para a gente acompanhar o seu incrível desempenho e muitos prêmios para nos divertimos como nesse do vídeo abaixo:

 

Especialização ou mestrado: qual escolher? {Parte 1}

Esse post é dedicado a você que acabou de concluir a graduação e está pensando qual será o próximo passo da sua formação. Também é feito para aquelas pessoas que querem voltar à estudar mas não sabem se é melhor fazer uma especialização ou um mestrado. Dividirei em três partes para ficar bem detalhado e explicadinho. Este é o primeiro post da série, em breve divulgarei os próximos.

Foto: Reprodução / Stokpic
Foto: Reprodução / Stokpic

Tanto o mestrado quanto a especialização são pós-graduações, ou seja, são “cursos” a serem feitos depois de se graduar (há a obrigatoriedade de ter um diploma de graduação para cursar qualquer uma das pós-graduações). Primeiro, é muito importante que você entenda as diferenças entre essas pós-graduações, cada uma tem uma intenção específica e com cada uma você vai desenvolver melhor uma área de seu conhecimento. Na especialização você vai sair com o título de especialista pós-graduado e no mestrado você sairá com o título de mestre (também pós-graduado).

Você pode escolher fazer os dois, já que cada um te acrescentará algo diferente, mas se você quer escolher, sugiro fazer a pergunta: sou mais ou profissional ou acadêmico? Se responder ser mais profissional, sem dúvidas a especialização é a mais indicada para você. Já se a resposta for ser mais acadêmico, o seu caminho é o mestrado.

Outra questão, bem rasa, mas que pode te ajudar na escolha, é se perguntar se gosta de escrever. O mestrado vai te exigir muito da habilidade da escrita, por isso, se isso não for algo que você goste de fazer, talvez seja melhor você optar pela especialização (que também vai exigir que você escreva, mas com bem menos frequência).

Está um pouco confuso para entender? Vou detalhar nessa série de posts todas as vantagens e desvantagens das pós-graduações. Também vou explicar como cada uma funciona e o que elas exigirão de você. Acho que após os posts você conseguirá fazer uma escolha mais segura e acertada. Vamos ver primeiro o que é a especialização?

Especialização

A especialização é uma categoria da pós-graduação chamada latu sensu. Sua intenção principal é aperfeiçoar o profissional, por isso, ela costuma ser bastante prática e específica, já que você se transformará em um especialista naquele assunto. Por exemplo: você cursou administração e quer trabalhar na área de administração pública. Pronto, você já sabe qual especialização fazer: Administração Pública.

As especialização são pagas e tem um preço que varia bastante (entre R$ 200 e R$ 1000 mais ou menos), por isso, vale a pena pesquisar bastante antes de se inscrever e buscar pelo melhor custo benefício. Há hoje uma enorme gama de instituições que oferecem o curso de especialização seja presencial, à distância ou semipresencial.

Em todos esses tipos de especialização há ótimas instituições e outras que vão simplesmente te oferecer um certificado. Por isso, é importante ficar atento e fazer uma boa pesquisa antes de se inscrever. Normalmente, para esse tipo de pós-graduação não há a necessidade de fazer prova. A maioria das seleções é feita por análise de currículo e/ou entrevista. Nas instituições mais concorridas, como a USP, em algumas especializações há a necessidade de fazer prova.

O MBA (Master Bussiness Administration) é um tipo de especialização voltado para a área de administração empresarial. Aqui no Brasil, diferente de outros países, o MBA dá ao seu concluinte apenas o certificado de pós-graduado latu sensu e não de mestre.

O processo de aprovação das especializações é bastante variado, mas na maioria das vezes você têm que ser aprovado em todas as disciplinas e apresentar uma monografia. Como já dito antes, na especialização você terá muitas aulas, já que a intenção é te transformar em um profissional melhor. Por isso, você terá disciplinas variadas que vão te aprimorar no tema central do curso.

Essas aulas, nas especializações presenciais, podem ser dadas apenas uma vez na semana (sábado o dia inteiro), duas vezes na semana (sexta e sábado, terça e quinta, etc), como também pode ocorrer de ter aulas a cada 15 dias (uma sexta e sábado sim e outros não) ou até mesmo uma vez no mês (sexta, sábado e domingo, normalmente). A duração do curso varia conforme a carga horária semanal, mas dura entre 1 a 2 anos.

Ao final da especialização você será um expert sobre o assunto estudado e estará apto a desenvolver atividades ligadas àquela área. Vale muito a pena para as pessoas que querem se tornar profissionais melhores em suas áreas (inclusive, há empresas que incentivam seus funcionários a fazer especialização) e ter um título de especialista conta bastante no currículo. Por isso, se essa for sua intenção, pode apostar na especialização latu sensu.

Dica: pesquise, pesquise e pesquise. Hoje há muitas instituições particulares que estão apenas afim do seu dinheiro, por isso, pesquise o corpo docente, a reputação da instituição, fale com alunos que já fizeram – não faça a escolha apenas pelo preço.

Dica 2: veja em qual turma está a especialização e evite ser a primeira turma do curso. As primeiras turmas são sempre uma confusão, não sabem ao certo como o curso funcionará, os professores ainda são incertos, assim como as matérias dadas.

Dica 3: busque instituições diferentes da que você gradual, mas pegue sempre um nível acima. Eu fui de uma instituição pública para uma privada na minha especialização e posso garantir que perdi muito com isso. Não aprendi muita coisa na especialização que eu já não soubesse e o nível de exigência era bem mais baixo do que na minha graduação.

Espero que vocês tenham gostado desse post e tenha sido esclarecer!

Qualquer dúvida, deixe aí nos comentários que tentarei esclarecer com as minhas experiências na pós-graduação.

 

20 dias com o GTD: o que mudou?

Essa é uma série de posts que conto sobre a minha implantação e adaptação ao método GTD, desenvolvido pelo norte-americano David Allen e publicada no livro Getting Things Done (“A arte de fazer acontecer”). Para acompanhar a série, basta clicar na tag “Minha experiência com o GTD“.

Foto: Reprodução/ Pinterest
Foto: Reprodução/ Pinterest

Pois é, já fazem 10 dias desde aquele enorme texto em que contava sobre a aplicação do método de organização, Getting Things Done (GTD), na minha vida. O que mudou de lá para cá é o que vou contar nesse texto.

Primeiro, preciso falar que tudo que envolve o GTD é complexo e sua aplicação é gradual e lenta. Não adianta ter pressa, aos poucos vamos pegando o jeito e o método acaba ficando mais natural em nossas vidas, assim como vamos o adaptando as nossas necessidades.

Desde que tive o primeiro contato com o GTD passei a ler muita, mas muita coisa a respeito tanto do método quanto sobre produtividade e organização e, por isso, venho tentando aperfeiçoar minha vida com o que tenho aprendido.

GTD: vale a pena insistir

Como já dito, o método é bastante complicado e, mesmo depois de 20 dias com ele, ainda sinto muitas dificuldades em vários passos, mas também sinto que tenho melhorado a cada dia. O meu pior problema é planejar a longo prazo, o que acredito ser a principal vantagem desse método de organização em relação aos outros.

Tenho planos, tenho metas, mas não consegui ainda passar para o papel. Nesses vinte dias iniciais minha vida esteve bastante atribulado com várias tarefas urgentes/importantes para serem feitas, por isso trabalhei muito no imediatismo e acho que isso não é bom.

Mas, acredito que a partir da semana que vem a minha vida estará mais tranquila e conseguirei trabalhar melhor nesse sentido e melhorar no quesito de planejamento. Só tenho certeza, e cada dia mais, que vale a pena insistir no GTD. Quero muito chegar ao ponto que olharei para trás e verei como minha vida está diferente e organizada.

Por que é importante se organizar?

Estava lendo os capítulos iniciais do livro da Thais Godinho e ela fala que se organizar tem mais a ver com realização pessoal do que com bitolação. Que se organizar não precisa ser nada exagerado que não deixe as coisas naturais acontecerem, mas que dá sentido para tudo o que você faz. E é por isso que pretendo ser uma pessoa organizada.

Quero cada dia mais ter um caminho certo a seguir e saber quais passos tenho que dar e é essa a intenção do GTD. Ele não é só para nos organizarmos diante das tarefas do trabalho, dos compromissos, mas é um método para nos transformar em pessoas mais seguras, mais criativas e mais ativas. Então, sendo assim, quem é que não quer ser uma pessoa organizada?

Foto: Reprodução/ Pinterest
Foto: Reprodução/ Pinterest

O que mudou de 10 dias para cá

Tenho a cada dia compreendido melhor o que é o método e como posso utilizá-lo de uma maneira eficiente para a minha vida. No post em que falo sobre as dicas de produtividade  apontei algumas das atividades que tenho adotado para melhorar a minha produtividade. Algumas tem a ver com o GTD, outras são apenas dicas que fazem realmente a produtividade melhorar, como se focar na tarefa e deixar o Facebook fechado.

Mas, o Todoist, por exemplo, é algo que tem me ajudado bastante com o GTD. Coloco nele, todas as minhas tarefas que pretendo realizar no dia e também as tarefas mais urgentes que vão chegando para serem realizadas. Gosto do aplicativo porque ele tem uma ferramenta que controla a nossa produtividade e, para mim, é um ótimo incentivador.

Evernote continua sendo o aplicativo mais lindo que já existiu, mas ainda acho que não consigo explorar todas as potencialidades dele, por isso, tenho lido bastante a respeito. Assim que achar que estou com um conhecimento adequado da ferramenta, prometo fazer um post só dele, falando sobre todas as maravilhas que ele faz.

Já o Google Calendar continua sendo a minha agenda. Pensei em trocar para a agenda da Apple, mas acabei desistindo porque ela não oferece algumas funcionalidades que acho interessante no Google Calendar. No entanto, tenho mudado um pouco a minha forma de interagir com ela. Falei no primeiro post que tentava programar todo o meu dia e que não era isso que o GTD orientava. Por isso, estou tentando me adaptar a forma que o GTD diz para ser feito e só marcando na agenda o que é compromisso com data marcada. Isso deixa o meu dia mais flexível, mas também abre brecha para procrastinação e distração. Mas, tenho tentado, vamos ver como será os próximos dias.

Em relação aos papéis tenho deixado de lado o meu planner e concentrado tudo no Todoist e no Evernote. Percebi que estava gastando muito tempo com o planner e que não tinha um efeito interessante. Tenho pensado em outras formas de organizar esse planner que possam ser mais coerentes com as minhas necessidades e com o método. Se fizer algo até a nossa próxima atualização, compartilho com vocês.

Mas o fichário tem funcionado super bem e deu fim aos meus papéis jogados pelo quarto. Além de ser ótimo para guardar receitas médicas, pedidos de exame (estou naquela fase do ano de fazer exames de rotina).

Agora o que passei a aplicar de maneira efetiva e percebi que é uma maravilha e super necessária para fazer o método dar certo é a revisão semanal. É nesse momento que paramos e alisamos tudo o que está em andamento, em que podemos focar mais nas próximas semanas e analisar o andamento da semana que passou. Todo mundo que tem o GTD como método de organização fala da importância da revisão semanal e, com as ótimas revisões que fiz nessas últimas duas semanas, percebi que realmente é importante e fundamental para o método dar certo e evoluir.

Ainda não terminei de ler o livro do David Allen, tenho achado um pouco desinteressante. Não sei se é porque já li muita coisa sobre e o que tenho lido no livro parece mais enrolação do que me fazer aprofundar no assunto ou se é a parte em que estou. Mas persistirei e pretendo terminar logo.

Bem, acho que por hoje é só. Continuarei sempre que possível trazendo atualizações da minha rotina com o GTD. Primeiro porque gosto de ler e perceber o quanto evolui (ou não) e segundo que é a possibilidade que tenho de compartilhar com vocês esse método maravilhoso e que tem mudado a minha vida.

Você começou a usar o GTD? Como tem sido suas impressões iniciais?

5 razões para você cortar já seus fios e ter cabelo médio

Foto: Reprodução/ Pinterest
Foto: Reprodução/ Pinterest

Vamos parar de falar de coisas úteis para falar de coisas fúteis que são úteis? Então vamos falar de cabelos médios e porque devemos perder o medo de cortar alguns centímetros de cabelo.

Vou contar um pouquinho da minha história capilar para vocês. Sempre tive cabelo comprido, muito comprido, até porque meu cabelo cresce muito rápido, então, era mais fácil mantê-lo com os fios longos.

Até que no começo de 2011 estava em uma fase tão boa da minha vida que resolvi que era hora de uma mudança e tive a coragem de encurtar os fios. Cortei na altura dos ombros e desde então sou apaixonada por esse corte. Claro que, por meu cabelo crescer tão rápido, nem sempre ele está nessa altura e isso é ótimo porque acabo não enjoando nunca do corte.

Como tenho gostado de fazer listinhas aqui no blog, vou pontuar para vocês algumas das razões porque acho que você deve cortar já o seu cabelo:

1. É muito mais prático

Eu tenho muito, mas muito cabelo mesmo. Tanto cabelo que qualquer cabeleireiro que mexe no meu cabelo fala isso e fica impressionado. Por isso, pra mim, é uma praticidade imensa ter cabelo médio. Gasto bem menos tempo secando e tenho bem menos preocupações na hora de lavar.

2. É lindo

Eu fico babando quando qualquer pessoa ou celebridade corta o cabelo. Seja Camila Coelho, Emma Watson, Grazi Massafera, todas que cortaram ficaram mais lindas de cabelo médio. E quando a gente baba em um cabelo, a primeira coisa que queremos é que o nosso seja igual né!

3. Não pesa no visual

Cabelo médio deixa a nossa aparência bem mais leve e jovial. É ótimo para dar aquela renovada, aquele fresh no visual. Cabelos longos normalmente pesam no visual, principalmente quando ficam sem corte, e aí tem que ter muita criatividade para deixá-lo mais leve.

4. Cabelo médio fica bom de qualquer jeito

Seja com ondas, cacheado ou liso, se estiver com um corte interessante, qualquer jeito que esteja ficará lindo. Até preso ele tem mais charme do que o cabelo longo, acreditem!

5. É o cabelo na medida

Cabelo médio não é nem tão curto que faça a gente sentir falta dos nossos centímetros de fios e nem tão longo que faça a gente se desesperar toda hora que tem que fazer algo no cabelo. Ele é médio, o meio termo na medida, perfeito para todas!

Acho que esses cinco motivos são mais do que suficientes para mostrar como sou apaixonada por cabelos médios e porque sou uma tremenda incentivadora desse corte. Agora só falta você criar coragem e meter a tesoura nesses centímetros a mais de fios.

Para finalizar e para ter certeza de que você vai investir no cabelo médio, separei lindas imagens para te inspirar e para você achar o cabelo médio que mais combina com você. Confira:

Você também é uma apaixonada por cabelo médio ou está faltando coragem para ser? Conte para a gente!

Val Allemand: a história da empreendedora por trás da Saxa Store

É sempre bom conhecer uma história incrível de uma mulher que é empreendedora, mãe e bem sucedida. Quando ficamos sabendo de histórias assim, temos que compartilhar e guardar como inspiração.

Essa é a história de Val Allemand, dona do e-commerce SAXA Store, mãe de três filhos e empreendedora de sucesso. Sua loja online vende para todo o mundo produtos com design e qualidade, se diferenciado da maioria dos e-commerces que vemos por aí.

Fiz uma entrevista com ela, que reproduzo na íntegra, para vocês conhecerem um pouco mais sobre a história dela e a de sua loja e ainda garantir umas dicas para levarmos para a vida. Acompanhe:

Sobre a SAXA Store

Foto: Saxa Store
Foto: Saxa Store
F&U: Quando você começou com a loja? O que te impulsionou a abri-la?
Val: A SAXA nasceu em setembro 2013, mas o projeto iniciou 10 meses antes. A ideia surgiu do fato de ser muito difícil de encontrar bons produtos com alta qualidade e design por um preço competitivo. Fora o fato de marcas com uma qualidade ímpar e design excelente ficarem, na maioria das vezes, escondidas do mercado externo por não terem como investir um valor alto na criação de uma loja online, marketing, participar de trade shows, etc. Acaba que as marcas não conseguiam alcançar o consumidor final e o público, por não conhecer e não ter onde comprar, acabava sempre indo atrás de marcas gigantes no mercado.
F&U: Qual o diferencial da loja?
Val: A SAXA traz de volta o modelo da compra de qualidade consciente. Por exemplo, um trench coat, se você quer uma peça dessa, ou você compra um barato em uma fast fashion ou , se você se importa com qualidade, você é obrigada à pagar até 10 vezes mais por um de marca famosa. A SAXA traz o meio termo, um trench coat com alto design, boa qualidade e que custa menos que de uma marca famosa. Além de comprar um produto bom, nosso cliente sabe onde ele foi produzido ( não vendemos nada feito na China) e tem certeza de além de receber algo com máxima qualidade, também compra algo mais exclusivo, que não se acha em toda loja em qualquer shopping. Ambas as partes ganham, a marca que vende conosco, porque ela, além de atingir um mercado internacional, também faz seu orçamento e visibilidade aumentar e os clientes por sempre terem do melhor e mais exclusivo produto entregue em qualquer lugar do mundo.
F&U: Qual o público alvo da loja? Para quais países você vende?
Val: Nossas clientes são mulheres entre 24 à 45 anos, não são consuzidas pelo consumo de marcas, mas pela compra por qualidade. Procuram produtos que são originais, exclusivos e com um bom preço. Para elas a “ostentação” de labels não é interessante. Se tratam de mulheres chics, independentes e com uma personalidade forte.
A SAXA entrega no mundo todo, mas nossos top 5 destinos são: USA, Europa ( num todo pois vendemos igualmente em diversos países) , Austrália, Emirados Árabes e Japão.
F&U: Com quais marcas você trabalha e como você as escolhe?
Val: Temos mais de 50 marcas e esse número está crescendo mais a cada semana, temos alguns critérios na escolha das marcas como, é claro, a origem do material e localidade da produção, a marca também tem de estar estabelecida em seu mercado nacional e ter seu próprio design. Marcas que fazem “inspired” não são bem-vindas pois fogem do nosso conceito de design único.
F&U: Há também uma seleção dos produtos vendidos?
Val: Sim, selecionamos cada peça vendida na SAXA. Muitas marcas tem coleções com muita variedade de peças e modelos, para não deixar as páginas com muito do mesmo, selecionamos apenas peças nas quais sabemos que as nossas clientes vão se identificar.

Empreendedorismo

Foto: Acervo pessoal | Val, a mulher por trás da SAXA Store

F&U: Como você vê a loja daqui 5 anos?

Val: A SAXA está crescendo muito. Na Irlanda, onde se localiza nossa base, ganhamos apoio de vários aceleradores de empresa, temos investidores que acreditam no potencial da SAXA. Não sei ao certo onde estaremos em 5 anos, mas os planos e números só nos fazem acreditar que a SAXA será uma das primeiras destinações de compras online de mulheres do mundo todo.
F&U: Dê uma dica de empreendedorismo para as pessoas que estão começando seu negócio agora.
Val: Acredite, não leve em conta o que todos dizem; principalmente se te disserem que é impossível, com força de vontade, competência você pode ir até onde você quiser, seu destino é você quem decide. Apenas tenha seu objetivo traçado e saiba de onde você está saindo, assim você consegue traçar bem o caminho até o sucesso do seu projeto.

Mãe e empreendedora

F&U: Qual a maior dificuldade em ser mãe e empreendedora ao mesmo tempo?
Val: Acho que é o pré julgamento das pessoas que acham que mãe não tem que trabalhar, tem que cuidar dos filhos ou que acham que uma mulher que passou um período em casa é incapaz de retornar ao mercado de trabalho.
Outra dificuldade é a culpa. Toda mãe tem culpa de não passar a tarde toda livre com os filhos, ou de não poder ir à festinha da escola. Eu tento ter uma disciplina e rotina bem regradas para poder ter tempo para o trabalho , para os filhos e para o marido. Tem dias que é difícil, mas no final a recompensa é maior.
E ai, gostaram da entrevista? Incrível conhecer pessoas assim, não acham? Que a Val sirva de inspiração para todas nós!

6 dicas de produtividade

Foto: Reprodução/ Pixabay
Foto: Reprodução/ Pixabay

Sei que tenho falado muito sobre isso aqui, mas é o que tem me movido nos últimos dias: produtividade e maneiras de fazer o dia render mais. Sabe aquela sensação de chegar de noite e você dizer para si mesma: dever cumprido! Pois é, é isso que tenho sentido nos últimos dias, mais precisamente desde que implantei o GTD na minha vida.

Tenho feito muitas coisas, tratado as minhas tarefas de uma maneira muito diferente. Dificilmente deixo as coisas para depois quando sei que posso realizar naquele momento. E isso tem me deixado muito mais leve e feliz. Por isso, quero compartilhar algumas dicas para você. Encarem esse post como um complemento do passado, porque é isso mesmo que ele é. Seguem as dicas então:

1. Esquecer o Facebook

Não sei vocês, mas o lugar que eu mais desperdiço tempo na minha vida é com o Facebook. É muito fácil a gente entrar nele só para dar uma conferidinha em algo e passar horas e horas por lá, lendo e vendo coisas que muitas vezes não mudam em nada a nossa vida.

Eu tenho alguns sites e blogs que acabo só acompanhando por lá, para não perder o costume de ler as postagens, pretendo criar uma listinha e sempre que tiver um tempinho, acessarei esses sites que mais curto.

Já andei até pensando em fechar meu Facebook, mas, querendo ou não, ele tem a sua utilidade e acho que ainda vale a pena mantê-la. A questão é apenas me controlar e só entrar bem de vez em quando mesmo, algo em torno de uma vez por dia e só para olhar o que realmente importa, como mensagens e notificações.

2. Traçar listas dos afazeres diários

Coloque algumas metas para você. Liste o que você tem e quer fazer em tal dia, isso ajuda a não perder o foco e você sempre sabe qual vai ser a sua próxima tarefa e quantos itens ainda faltam para acabar seu dia.

O método GTD é um pouco contra essas listas, mas o que eu faço é olhar a minha lista de próximas ações e selecionar as que eu realmente preciso realizar no dia de hoje. A partir daí trabalho nelas, se sobrar um tempinho, vou para as outras ações que ainda me restam. Eu também tenho sempre uma tarefa ao menos para cada projeto meu, isso ajuda a não deixá-los parado, mesmo que, às vezes, andando bem devagar.

Para me ajudar a ter controle e ainda observar a minha produtividade diária, uso o Todoist. Ele é um ótimo sistema para fazer listas. Além de podermos usar no PC, ele tem aplicativos gratuitos tanto para Android quanto para a Apple e extensões para o Chrome e Firefox. Se não bastasse isso, ele tem um sistema chamado Karma que pontua a sua produtividade (por eu ser competitiva quero sempre fazer mais pontos, o que ajuda a melhorar minha produtividade).

Foto: Reprodução/ Pinterest
Foto: Reprodução/ Pinterest

3. Diminuir grandes tarefas em tarefas menores

Essa é uma das grandes dicas do GTD e que funciona demais. Tem tarefas que parecem impossíveis de se tornarem pequenas e sempre quando pensamos nela, sabemos que gastaremos um tempão nela. Isso nos desanima e faz com que deixemos ela sempre para depois.

Mas, acredite, sempre é possível diminuir grandes tarefas em tarefas menores. Por exemplo: arrumar o quarto é algo amplo e que demanda muito tempo, mas se você fizer uma tarefa apenas para arrumar o armário, isso já diminui bem o tempo que você gastará. E se você, mesmo assim achar que ainda vai gastar muito tempo arrumando o armário, indique a tarefa de arrumar a gaveta de blusas, isso com certeza tomará bem menos tempo do que ter que arrumar o armário inteiro ou o quarto inteiro.

Isso é perfeito para otimizar seu dia e ajuda bastante na dica que darei a seguir.

4. Aproveitar qualquer tempinho entre um compromisso e outro

Essa foi uma semana atípica para mim. Normalmente não tenho muitos compromissos (daqueles com dia e hora agendados e que não tem como adiar ou cancelar), mas essa semana tive compromissos todos os dias e às vezes mais que um no mesmo dia. Isso complica porque deixa nossos dias “picados” e os tempos entre um compromisso e outro acabam sendo perdidos porque sempre achamos que não dá para fazer nada naquele período.

Mas, se você tiver tarefas pequenas e rápidas, fica muito mais fácil encaixar nesses períodos e aproveitar qualquer 15 minutos para realizar algo útil (ao invés de ficar no Facebook, por exemplo). É isso que faz com que a nossa produtividade seja mais efetiva e que consigamos realizar mais tarefas, em menos tempo.

Foto: Reprodução/ Google
Foto: Reprodução/ Google

5. Concentrar-se ao máximo

Foco é a chave para a produtividade. Esqueça tudo enquanto estiver realizando uma tarefa. Se distraia o mínimo possível. O que tenho feito é fechar tudo o que possa me distrair, como deixar e-mail aberto no navegador, sites de notícias, etc.

Isso ajuda a terminarmos a tarefa muito mais rápido. Se quiser se permitir alguns momentos de distração, faça isso apenas quando terminar uma tarefa e for começar outra, mas nada de entrar no Facebook enh, apenas cheque seu e-mail ou algo que não te roube muito tempo. Estabeleça uns minutinhos para isso e cumpra!

6. Entender os seus limites

É importantíssimo que a gente saiba quanto tempo conseguimos ficar concentrados fazendo algo e quanto tempo nossa mente aguenta de produtividade. Não adianta você estabelecer que irá cumprir 20 tarefas em um dia, se a sua mente aguentar apenas 10.

Entender o nosso limite ajuda a gente estabelecer apenas o que poderemos cumprir e isso também ajuda a gente não se distrair pensando em como faremos para cumprir aquelas tarefas que ainda estão pendentes às 18h.

Dê ao seu corpo momentos de descanso, isso é fundamental principalmente se você trabalha em casa e costuma não ter limites. Faça pausas, estique as pernas, tome água, converse com alguém, isso ajuda a refrescar nossa mente e, quando voltamos ao trabalho, somos mais eficientes.

Ando falando demais ultimamente. É para vocês terem noção do meu nível de amor pelo GTD e por assuntos ligados à produtividade/organização.

Qual dica você nos dá para sermos mais produtivos?

 

Meus primeiros 10 dias usando o GTD

Foto: Reprodução/ Pinterest
Foto: Reprodução/ Pinterest

Foi em uma noite de quarta-feira, mais precisamente dia 15 de outubro, que tive o meu primeiro contato com o GTD. A história começa quando em uma das minhas aulas de Estágio Docência recebi a notícia que teria que ministrar uma aula de quatro horas na próxima semana sobre Pós-Modernidade. Já encarei a labuta de ser professora em uma universidade por seis meses e, por isso, sabia que uma semana para preparar uma aula sobre uma temática nova seria pouco tempo.

Ainda teria compromissos pessoais, profissionais e uma dissertação para escrever algumas páginas. Resumidamente, a semana seria cheia e, se bobeasse, não daria conta de fazer tudo. Chegando em casa, quase 23h, lembrei do blog Vida Organizada. Havia ouvido falar porque sua dona acabara de lançar um livro e me deu um estalo de que era uma organização que precisava para encarar os dias que teria pela frente.

Dito e feito, achei a chave que precisava para enfrentar a semana sem (muitas) neuras. Na verdade fiquei louca de nervosismo e ansiedade porque além de dar aulas, seria avaliada pelo professor da disciplina, muita responsabilidade para pouco tempo de dedicação. Vale a pena eu dizer aqui que sou perfeccionista e me cobro demais, por mais que tudo esteja perfeito sempre acho que está tudo uma merda (e às vezes está mesmo). Mas, com certeza, foi muito mais fácil e organizado de encarar do que se não tivesse começado a aplicar o GTD.

Mas o que é o tal do GTD?

Quero fazer um post bem lindo explicando certinho o que é o GTD, mas para isso eu preciso me informar muito mais sobre o assunto. Para vocês não ficarem perdidos, eu resumo aqui: GTD é sigla para Getting Things Done (A arte de fazer acontecer – no português abrasileirado) que é um método de organização apresentado por David Allen no livro homônimo.

Para quem quiser saber um pouco mais antes de eu contar aqui, sugiro que entrem no blog da Thais Godinho (Vida Organizada) ou comprem o livro do próprio David Allen. Também há o site do centro de treinamento em GTD, Call Daniel, que possui algumas informações sobre o método (inclusive um e-book gratuito com os passos iniciais para a implementação).

Obs. importante: O livro do David Allen varia bastante no preço, por isso sugiro que vocês comprem apenas quando ele estiver na casa dos R$26 (claro que se não quiser desperdiçar dinheiro).

Chega de história e vamos para a ação…

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Pinterest: a rede social que me ganhou

Foto: Reprodução/ Pinterest
Foto: Reprodução/ Pinterest

Tenho Pinterest há muito tempo, provavelmente mais de ano, mas nunca o usei efetivamente. Entrava de vez em quando em busca de alguma imagem específica, mas nada que fizesse eu passear pela minha timeline e querer ficar o dia inteiro lá. De repente, algumas atividades do meu dia a dia passaram a me puxar para lá e eu fui ficando cada vez mais encantada pelo Pinterest.

Se engana quem pensa que esta é um rede social apenas de imagens. Ela é na verdade um grande campo de armazenamento de informações e inspirações. Lá você consegue encontrar sites super interessantes, gráficos e infográficos que vão facilitar sua vida, além de lindas imagens que vão te deixar com vontade de mudar seu cabelo ou fazer aquela maquiagem arrasadora.

Quem ainda não tem Pinterest, vale a pena criar uma conta por lá e começar a fazer seus bords de inspiração. Tenho visto muita gente nova entrando por lá e, ao que tudo indicada, teremos muito mais oportunidades de ver o que inspira os nossos amigos. Além disso, o Pinterest é ótimo para divulgar seu blog/trabalho.

Imagina você poder ter em um mesmo lugar informações de moda/beleza/organização/produtividade/mecanismos de melhoria de blogs/aprendizados de SEO/ e gerenciamento de redes sociais. Tudo ficando espalhado na sua “timeline”, com imagens que te chamarão (ou não) a atenção e te levando a links incríveis.

Para quem tem o inglês afiado, o Pinterest é ainda mais interessante porque tem muito material por lá sobre tudo o que você imaginar. E com as ligações que a própria rede vai fazendo, você sempre consegue achar algo super interessante que jamais acharia em outra rede social.

Eu tenho gastado muito tempo da minha procrastinação por lá e tenho achado muito mais útil do que ficar rolando a barra pelo Facebook que, diga-se de passagem, nesses últimos dias não tem apresentado muitas informações interessantes não.

Quem quiser ingressar nessa nova rede, aproveite para me seguir para que possamos trocar pins e muitas informações interessantes e úteis para o nosso dia a dia.

 Já usou o Pinterest? O que acha dessa rede social? Comenta aí embaixo!